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30/09/10
04/04/10
Subhumans matan ao lider do M.R.A.
(31 de Janeiro de 1941 – 3 de Abril de 2010)
Declaração da AWB
Nosso líder, Eugene Terre’Blanche foi assassinado em sua fazenda
É com grande choque, tristeza, frustração e a maior das dores emocionais que nós fomos informados que nosso líder, Eugene Terre’Blanche foi assassinado em sua fazenda Villanna (que significa “Casa de Anna”), próximo a Ventersdorp, cerca de 17:00 desta tarde.
Detalhes são incompletos, mas segundo testemunhos das pessoas presentes, houve um argumento com um dos trabalhadores da fazenda. Mais tarde, quando ele estava tirando uma sonoca, o trabalhador, provocado pelos outros, entrou na casa e o retalhou com uma foice.
Quando a polícia chegou, eles encontraram nosso líder em sua cama com ferimentos morais na parte de cima do corpo e na cabeça. Ele foi declarado morto as 19:00.
Essa notícia vem em um momento de controvérsias sobre a música banida de Julius Malema que diz aos guerreiros da ANC (NdT: African National Congress, os macacos treinados de Mandela) para “Matarem o Boer” (NdT: Boers são os fazendeiros brancos Afrikaans).
Nosso líder não vivia permanentemente em sua fazenda, mas em Ventersdorp. Ele a visitava regularmente durante a semana e nos finais de semana.
Eugene Ney Terre'Blance nasceu em 31 de janeiro de 1941 e foi um dos fundadores da Afrikaner Weerstadsbeweging. Ele dedicou suas últimas décadas a realizar o sonho de liberdade para o nosso povo Boer e o conceito de um Volkstaat, um Estado livre onde poderíamos nos governar sozinhos.
Nós dizemos a nossos simpatizantes, amigos e membros da AWB para permanecerem calmos neste momento enquanto estamos de luto pelo falecimento de nosso líder.

"Sudafrica e o nosso destino fatal, que nom te enganen com contos do apartheid porque o que ali ocorreu já lhe ocorreu em Egipto, India, Persia,Roma, America e por ultimo Europa... " Todos somos boers que luitamos pela independença da nossa raça
Sacado de equí
22/02/09

Brasileña admite haber fingido ataque de neonazis en Suiza
Pasa con demasiada frecuencia. Los inmigrantes saben que fingir un ataque les reporta beneficios y la posibilidad de lograr ‘papeles’ con mayor rapidez. El último caso, que ha creado espectación en medio mundo, ha sido el de una mujer brasileña que ha admitido haber fingido un ataque de cabezas rapadas en Suiza y mentir al afirmar que el ataque le había provocado un aborto.

Paula Oliveira, de 26 años de edad, afirmó que había sido atacada por tres cabezas rapadas que empuñan cuchillos cerca de la ciudad, provocándole el aborto, pero mientras era interrogada la semana pasada, reconoció que había mentido.
Las noticias del presunto ataque causaron conmoción en Brasil, donde se ha informado ampliamente del supuesto ataque, junto con imágenes de las heridas infligidas a Oliveira.
Oliveira mostró su estómago y las piernas con unos 100 cortes de cuchillo, y las iniciales del Partido Popular Suizo (SVP), marcadas en su cuerpo.
Las dudas surgieron cuando en la Universidad de Zurich, el forense jefe, Walter Baer, afirmo que: “Cualquier médico con experiencia forense no dudaría en afirmar que se trata de un caso de auto-lesión”.
Tras las declaraciones del forense Oliveira admitió que el ataque no había tenido lugar y que se había cortado a sí misma, confirmando también que no estaba embarazada de tres meses.
Ahora, la fiscalía ha imputado a Oliveira por inducir a errores policiales y se podría enfrentar a tres años de prisión. Por el momento se le ha impedido su salida del paìs.
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